Os preços do milho no mercado físico seguem com valorização contudo em um mercado sem liquidez. O indicador ESALQ/BM&FBovespa do milho (região de Campinas – SP) traduz esses ganhos do mercado físico com alta acumulada de 7,64% na parcial do mês. Segundo a Agência Safras, nas demais regiões produtoras os preços também ficaram entre estáveis a mais firmes.
No MT, o mercado deve seguir travado até a realização do próximo leilão da Conab (150 mil toneladas de PEP de milho) que está programado para o dia 05/11.
A demanda pontual que tem gerado essa alta no milho vem do bom desempenho nas vendas de frango e suínos. Contudo, os compradores seguem adquirindo somente o necessário para o curtíssimo prazo devido à expectativa de queda nos preços.
Na BM&F, ao contrário do que acontece no mercado físico, as cotações futuras seguem uma tendência de baixa. A expectativa é que, mesmo com o bom volume de exportações que devem ser registrados nesse mês devido ao apoio da Conab, os estoques de milho do país devem exercer pressão baixista sobre as cotações. Por outro lado, as forte baixa nas cotações da Cbot também pressionam as cotações interno. Por enquanto, esse efeito tem sido amenizado na paridade de exportação pela desvalorização do Real frente o Dólar. Mesmo assim, com a forte baixa na Cbot deixa os compradores para exportação fora do mercado.
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
Assinar:
Postar comentários (Atom)
0 comentários:
Postar um comentário
Deixe aqui seu comentário ou dúvidas: