As expectativas de que nesse segundo semestre haveria uma maior demanda para exportação de milho está se esvaindo. Por esse motivo, os participantes do mercado acompanham, desde início de
junho, a derrocada nas cotações futuras de Chicago e
BM&F. Com a fraqueza dos negócios e o avanço da colheita, os estoques estão em níveis cada vez mais elevados, principalmente no
MT, onde a colheita já atinge algo em torno de 90% da área cultivada. No Paraná, as chuvas que atrapalharam a colheita até início de
julho, estão de volta e preocupam os produtores devido à possibilidade de prejudicar a qualidade do milho. Seguindo esses fundamentos, as cotações futuras do milho na
BM&F seguem sua tendência de baixa, a exemplo do que acontece no mercado físico. Ontem, no
after da
BM&F, mais um suporte foi rompido a R$ 19,85/saca encerrando o dia a R$ 19,70/saca. Esse novo patamar é também um suporte, estabelecido no dia 31 de
julho, contudo, ele tem pouca
relevância e tem grande possibilidade de ser rompido ainda hoje.
Tendência: baixa
- Cotações do Milho BM&F para Setembro/09
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